Least-cost path em arqueologia brasileira

Meu amigo Alencar e eu publicamos um – ora excelente – artigo na Revista de Arqueologia Brasileira! O trabalho abra a porta para novos estudos em outras áreas sobre o tema da acessibilidade dos sítios arqueológicos. Aqui, foi possível identificar dois padrões de acessibilidade nos sítios de uma única região, na Chapada do Araripe, Pernambuco.

Resumo: A Arqueologia espacial passou por expressivos desenvolvimentos teóricos e metodológicos nos últimos trinta anos,  perquirindo novas problemáticas, sobretudo com a aplicação de tecnologias como os SIG (Sistema de Informação Geográfica), cujas ferramentas ainda são pouco exploradas nas investigações sobre a mobilidade pretérita. Estudos têm demonstrado a sua relevância na análise do contexto ambiental para a circulação humana. Neste trabalho, buscamos calcular dados vetoriais a partir de um Modelo Digital de Elevação e analisar mapas de acessibilidade entre 21 sítios de grupos da tradição ceramistaTupiguarani alocados em Araripina – PE, na Chapada do Araripe. As configurações da acessibilidade dos sítios indicam um contexto diferente na área fluvial e na área da chapada.

AMARAL, Alencar de Miranda; VAN HAVRE, Gregoire. Acessibilidade dos sítios de grupos da Tradição Tupiguarani na Chapada do Araripe-PE. Revista de Arqueologia, [S.l.], v. 30, n. 1, p. 56-72, jul. 2017. ISSN 1982-1999. Disponível em: <http://www.revista.sabnet.com.br/revista/index.php/SAB/article/view/502>. Acesso em: 09 jul. 2017. doi: https://doi.org/10.24885/sab.v30i1.502.

Figura 8

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